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Ana Maria Braga e João Fantazzini choram ao falar do cão Joca no ‘Mais Você’

Em uma emocionante edição do programa “Mais Você”, Ana Maria Braga conversou com João Fantazzini, engenheiro e tutor do cachorro Joca, cuja morte em um voo da Gol gerou comoção nacional. Joca morreu após ser transportado incorretamente em uma rota que foi alterada devido a um erro da Gollog, resultando em uma jornada extenuante de oito horas, muito além das duas horas e meia previstas inicialmente.

Apelo por segurança

Durante o programa, Fantazzini expressou sua dor e frustração com a situação. “Eu não sei o que fazer. A Gol não fez contato comigo após o incidente”, disse ele. A única interação foi uma ligação do presidente da companhia pedindo desculpas, o que, para João, foi insuficiente. “Quem matou meu cachorro foi seu operacional”, afirmou ele no ar, destacando a falta de suporte e a inadequação das ações tomadas pela empresa.

Responsabilidade e regulação

A morte de Joca não apenas sensibilizou tutores de animais, mas também chamou a atenção de autoridades, incluindo o presidente Lula, que com uma gravata em homenagem ao pet, exigiu ação da ANAC e da Gol para garantir a segurança dos animais transportados por ar. Ana Maria, conhecida por seu amor aos animais, reforçou a necessidade de medidas imediatas. “É o momento de fazer um apelo às autoridades para que haja um caminho claro e rápido para resolver essas questões”, comentou a apresentadora.

Joca – Foto: Reprodução

O legado de Joca: Mudança necessária

O engenheiro declarou sua intenção de lutar por mudanças nas regulamentações que governam o transporte aéreo de animais. “Não tem lei específica. Cada companhia aérea trata de uma forma”, explicou João, sublinhando a necessidade de um padrão uniforme que proteja os animais durante o transporte.

João Fantazzini e Joca – Foto: Reprodução

Amor incondicional

Ana Maria também compartilhou suas próprias experiências como tutora de animais, lembrando a importância de tratar os animais de estimação com o mesmo cuidado e consideração que se daria a qualquer membro da família. “Sempre tive filho cachorro, tenho filho papagaio. A gente se coloca no seu lugar”, disse Ana, ressaltando a empatia necessária para compreender o sofrimento alheio.




26/04/2024 – Manhã da Diário

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